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Nove meses após o início da quarentena, muita gente quer confraternizar. Por isso o síndico deve se preparar para lidar com esse momento delicado e impedir que o seu condomínio vire um foco de contaminação. 

 

Pandemia volta a crescer em diversas regiões do Brasil

Diversas regiões constataram o recrudescimento da pandemia, como Acre, Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo, entre outros estados. A cidade do Rio de Janeiro é a primeira, com a triste marca de 13.465 óbitos. A capital paulista contabilizou 13.128 mortes.

 

Momento de decisões e muitas dúvidas

As medidas de restrição de cada cidade e estado acabam refletindo no dia a dia dos cidadãos. E os condomínios sofrem esses reflexos. 

É muito difícil lidar com emoções exacerbadas pelo isolamento social e pelo medo da doença. E a pressão pela abertura dos espaços, que já vinha crescendo nos últimos meses, tende a aumentar agora, com a proximidade das festas de fim de ano.

 

“O melhor caminho é a orientação. O síndico deve tentar conscientizar as pessoas dos riscos de grandes aglomerações. As pessoas não devem ficar circulando pelas áreas comuns, por exemplo”. 

 

Festas de fim de ano no condomínio demandam regras

Se não for possível manter o distanciamento necessário entre as pessoas, melhor riscar o salão de festas em 2020. E a explicação, embora exaustivamente difundida pela mídia, deve ser colocada para os moradores da forma mais objetiva possível. E ter a clareza de que todos precisam entender e aceitar, seja o condômino negacionista, seja o irresponsável ou aquele que simplesmente não aguenta mais o fardo da covid-19. 

 

Fonte:SíndicoNet